A primeira revelação da CPMI do Cachoeira será o verdadeiro nome do PAC, batizado oficialmente de Programa de Aceleração do Crescimento:
PAC – Programa de Administração do Cachoeira!!!
A primeira revelação da CPMI do Cachoeira será o verdadeiro nome do PAC, batizado oficialmente de Programa de Aceleração do Crescimento:
PAC – Programa de Administração do Cachoeira!!!
Alguém pode me dizer quando, nos últimos 32 anos da história do Brasil, Lula – o maior fanfarrão da política mundial de todos os tempos – ficou dez dias em completo mutismo político???
Pode ser que Serra perca a capital paulista para o candidatinho de Lula, ou para outro(a) candidato(a) qualquer do PT que – eventualmente – venha a substituí-lo. Não importa. Só estes últimos dias de Lula caladinho já terá valido toda a carreira política de Kassab. Ele é grande PSDista, é um gênio estadista, é o meu herói paulista… Viva Kassab!!!
O Verdadeiro Motivo da Última Internação de Lula:
Kassab sorrindo passando a perna em Lula
Lula, faz alguns dias, foi internado com fortes dores na garganta, e o motivo alegado foi de que se trataria de efeito colateral do tratamento radiológico contra seu câncer. Foi, como sempre com ele, rematada mentira. O verdadeiro motivo da intensa dor em sua garganta é que ele não está conseguindo engolir Kassab sorrindo passando-lhe a perna, ao finalmente apoiar José Serra para prefeito de São Paulo, depois de tudo que Lula investiu no relacionamento para que [o traidor] Kassab apoiasse seu candidatinho…
Olha como é a vida: Lula passou a perna e deu rasteiras em todo mundo no Brasil, dos maiores políticos aos mais espertos empresários e experientes jornalistas… Agora que – ao que parece – chegou a sua vez, ele quase morre de desgosto… Que grandiosa ironia do destino!!!
Parabéns pro PT…
Parabéns pro PT…
32 velinhas no bolo
Parabéns pra você
32 bilhões de suborno
Quem te viu, quem te vê…
Parabéns pro PT…
32 convivas mensaleiros
Muito petista na lama
32 milhões dos Correios
E nenhum cumpanhêro em cana…
Parabéns pro PT…
32 ministérios no rolo
Maldita privataria do FHC
32 partidos no bolso
Bendita privataria do PT…
Parabéns pro PT…
32 bandidos comandam
A casa que cai-não-cai
32 obras desandam
No PAC que vai-não-vai…
Parabéns pro PT…
32 companheiros mortos
Toninhos e Celsos esquecidos
32 candidatos tortos
Por Lula engrandecidos…
Parabéns pro PT…
32 desvios bem-sucedidos
Maldita imprensa golpista
32 jornalistas enxeridos
Bendita gestão lulo-petista…
Parabéns pro PT…
32 máfias patriotas
Belo governo socialista
32 bancos agiotas
Abençoada ética esquerdista…
Parabéns pro PT…
32 milícias políticas
No coração do Brasil
32 festanças etílicas
Protegidas à bala de fuzil…
Parabéns pro PT…
32 erros de Português
Em cada discurso amoral
32 enganos por vez
Na lábia que faz tanto mal…
Parabéns pro PT…
32 vezes 51, quanto dá?
Perguntei ao matemático
Lula respondeu que aí há
32 garrafas de um trago…
Parabéns pro PT…
32 líderes com câncer
Deve ser coisa dos americano
32 malandros free-lancer
Deve ser coisa dos mano…
Parabéns pro PT…
32 barris de pinga
Não dão nem pra aperitivo
Tem que se ter muita ginga
Pra pôr em cartão corporativo…
Parabéns pro PT…
13 versinhos improvisados
São muito pouco pra falar
Dos 32 trilhões planejados
Que eles ainda vão nos roubar!!!…
O que Mahmoud Ahmadinejad e eu temos em comum?
Ambos – embora por motivos diametralmente opostos – sentimos muita falta do Lula! Ele, pela falta de um protetor de peso mundial. Eu, pela falta do seu mau-caratismo militante e falastrão, contra quem escrever deliciosas diatribes neste Blog. (Pois não tem muita graça e é extremamente cansativo escrever contra essa patética figura inventada por Lula, Dra. Dilma.)
Assim, pensando bem, que chata fica a política brasileira sem o vagabundo!!! Sara e volta logo Lula: estou ficando sem assunto…
Um leitor do Blog (Galois) comentou sobre o post “Papers sobre Computação Teórica”>:
“- Gostaria de saber da repercusão do artigo (paper) P != NP Proof”
Resposta:
O melhor comentário (review) que recebi até agora foi:
“P and NP are two prominent complexity classes, and the question
whether or not they are equal is one of the most important ones in
computer science. This paper, by its title and beginning of abstract,
gives the (false) impression that it solves this important open
problem. Instead, it defines two different classes of problems (that
in this report I’d call “relativised P” and “relativised NP”),
and argues that those classes are more deserving of the names “P” and “NP”.
It then argues that those two classes are different.
Even when the author would be right that the new classes are more
interesting then the old ones, and even when from first principles
“P” and “NP” would be the best names for these classes, i.m.o. it is
not acceptable to conduct such a renaming of concepts. The old names
“P” and “NP” are widely used and understood, and redefining everything
now would be a bad source of confusion. In particular, the author does
not claim to have solved the old-terminology “P=NP?”-problem, and for
this reason no paper can be accepted whose title suggest otherwise.
Above Prop. 1 the author argues against giving his new complexity
class (relativised NP) any other name than “NP”. He says it is would
confuse and damage the clearness of notation. My position is that the
original name of the old class NP should stay, simply because it was
first. This follows tradition in all scientific fields. The confusion
and damage to the clearness of notation proposed by the author is much
greater.
Since the author appears unwilling to compromise regarding the names
of the complexity classes he tries to separate in this paper, his work
cannot possibly be accepted at CATS or any other respectable
scientific forum. This is a pity, because good ideas may be part of
the author’s work, and these ideas will have a hard time of being
evaluated in their own right when they stand in the shadow of a bogus
suggestion that the P vs. NP problem is being solved.
I therefore urge the author to rename his complexity classes and
discuss his findings in a (thereby) less controversial way.
—
As for the new ideas themselves, in Barbosa’s framework a problem is
given by a pair of languages (L, L_z), the first included in the second.
A decision algorithm for such a problem, when fed as input a word in L_z,
outputs 1 if the word is in L, and 0 otherwise.
For instance, the emptiness problem of context-free languages can be
represented in this way: L_z is the set of all string-representations
of context-free languages, and L is the subset of those strings in L_z
with the property that the CFL they represent is empty.
The difference between Barbosa’s approach and that of classical
complexity theory is in answer to the question: “But what should the
algorithm do if it is fed a string that doesn’t even represents a
context-free language?”. Barbosa’s answer, essentially, is
“This will not come up; we only are going to feed it strings, known to
by in L_z (i.e. know to represent context-free languages)”.
A different answer, that’s just as powerful as Barbosa’s, is:
“We couldn’t care less”. That is, if the algorithm is fed a string
that does represent a CFL, then the algorithm should return 1 iff that
CFL is empty; but it it is fed a string that doesn’t represent a CFL,
it may do whatever.
This contrasts with the classical approach, in which some arbitrary
decision about these non-representing strings need to be made.
For in old-fashioned complexity theory, a problem is given by just the
set L, thereby disregarding the contextual information provided by L_z.
Normally, the algorithm is required to return 0 for all strings that
do not represent context-free languages. Thus, the problem that is
actually solved is not “Given a CFL, is it empty?”
but “Given a string, is it the representation of an empty CFL?”
The answer, then, can be negative for two entirely different reasons:
- either the string fails to represent a CFL,
- or the represented CFL fails to be empty.
Seen in this way, I find Barbosa’s approach quite natural compared to
the classical one, and I think we should be open for new insights that
it would bring. However, I do not want to be so ‘open’ as to completely
discard the old complexity theory, and redefine its named concepts to
apply to the new one.
Even disregarding naming issues, I do not buy the author’s proof that
XG_SAT is in relativised NP. For L_r to be decidable in polynomial
time, there needs to be a single (fixed) polynomial, such that for any
input (composed of y *and* x) the TM is going to halt within the
bounds specified by that polynomial. Making the polynomial dependant
on the x-component of the input is not acceptable.
—
Question to the author:
Given L and L_z, is it the case that “the L_z-language L is in NP”
(your terminology) iff there exists a language L’ that is in NP (in
the standard terminology) such that L is the intersection of L’ and L_z?
If this is true, it would be good to prove it, as such a connection
would connect your complexity theory with the standard one, and
thereby (possible) increase its understanding by people that are
predisposed towards classical complexity theory.”
Sem Lula, o PT não passa de mais um dos tantos ajuntamentos de políticos-gângsteres que assolam os cofres públicos brasileiros. Assim, não deixa de ser previsível a utilização de imagem antiga do Lula, antes do câncer, na atual propaganda do partido, mostrando as barbas do profeta em toda sua ancestral profusão enganadora e embriagante.
Mas não deixa de ser muito estranho – quase chocante – comparar-se o Lula convalescente de hoje, procurando mimetizar espécie de amálgama do ex-vice-presidente José de Alencar (careca, também por causa do câncer) e do ex-presidente Getúlio Vargas (de chapéu, por causa do estilo), com a utilização publicitária transversal (digamos assim) de sua imagem saudável pelo partido mais doente da atual política tupiniquim. Feio, cumpañeros, muito feio…
O câncer de Lula não muda nada sobre o seu caráter, sua moral ou ética. Pode vir a alterar seu futuro, mas não transforma em nada seu passado.
Ao ser, cumulativamente, alcoólatra e fumante inveterado, Lula deliberadamente aumentou o risco de contrair seu tipo de câncer cerca de quarenta vezes, o que acabou por materializar-se. Não se trata, por óbvio, de castigo ou de compensação pelo mar de corrupção e outros delitos contra o Erário que instalou, permitiu e/ou ajudou a florescer e desenvolver-se no Governo Federal. Constitui, tão-somente, evento aleatório de doença que ocorreu potencializado por seus vícios pessoais – não-políticos.
Apesar de tudo, espero que fique, afinal, completamente curado, para, um dia, responder – de pé e com saúde – por todos os crimes que perpetrou ou ajudou a perpetrar contra nosso País.
Pelo menos dois dos mais proeminentes réus na ação penal do Mensalão (Roberto Jefferson e Marcos Valério) já fizeram, formalmente, o seguinte questionamento, nos autos do processo, como estratégia de defesa:
Por que o ex-presidente Lula não foi denunciado – ou incluído posteriormente – como o próprio autor-mor do Mensalão, tendo em vista que todo o resultado ali pretendido, com a compra de parlamentares, era para beneficiar seu governo nas votações legislativas de seu interesse direto?
A resposta é de uma simplicidade comovente: Lula não foi denunciado porque o anterior e o atual Procurador-Geral da República cagam-se todo de medo dele. Tendo em vista as evidências do caso, não há, infelizmente, outra resposta possível.

“– Quem não tem colírio usa óculos escuros…”
O Brasil é, definitivamente, o País da piada – e da tragédia – prontas: depois da novela do Ministério do Malfeiturismo, com o “Pedro vais ou Pedro no vais na faxina?”, quem entra em seu lugar para – supostamente – melhor cuidar dos recursos públicos? Ninguém menos que um GASTÃO! Pode um negócio desses? O cara se chama GASTÃO!!!… E vais cuidar de orçamentos bilionários no País da Copa e das Olimpíadas…
Como diria o locutor: – Vai que é sua, GASTÃO!!!…