O Que Mahmoud Ahmadinejad e Eu Temos em Comum?

O que Mahmoud Ahmadinejad e eu temos em comum?

Ambos – embora por motivos diametralmente opostos – sentimos muita falta do Lula! Ele, pela falta de um protetor de peso mundial. Eu, pela falta do seu mau-caratismo militante e falastrão, contra quem escrever deliciosas diatribes neste Blog. (Pois não tem muita graça e é extremamente cansativo escrever contra essa patética figura inventada por Lula, Dra. Dilma.)

Assim, pensando bem, que chata fica a política brasileira sem o vagabundo!!! Sara e volta logo Lula: estou ficando sem assunto…

Repercusão do paper P != NP Proof

Um leitor do Blog (Galois) comentou sobre o post “Papers sobre Computação Teórica”>:

“- Gostaria de saber da repercusão do artigo (paper) P != NP Proof

Resposta:

O melhor comentário (review) que recebi até agora foi:

“P and NP are two prominent complexity classes, and the question
whether or not they are equal is one of the most important ones in
computer science. This paper, by its title and beginning of abstract,
gives the (false) impression that it solves this important open
problem. Instead, it defines two different classes of problems (that
in this report I’d call “relativised P” and “relativised NP”),
and argues that those classes are more deserving of the names “P” and “NP”.
It then argues that those two classes are different.

Even when the author would be right that the new classes are more
interesting then the old ones, and even when from first principles
“P” and “NP” would be the best names for these classes, i.m.o. it is
not acceptable to conduct such a renaming of concepts. The old names
“P” and “NP” are widely used and understood, and redefining everything
now would be a bad source of confusion. In particular, the author does
not claim to have solved the old-terminology “P=NP?”-problem, and for
this reason no paper can be accepted whose title suggest otherwise.

Above Prop. 1 the author argues against giving his new complexity
class (relativised NP) any other name than “NP”. He says it is would
confuse and damage the clearness of notation. My position is that the
original name of the old class NP should stay, simply because it was
first. This follows tradition in all scientific fields. The confusion
and damage to the clearness of notation proposed by the author is much
greater.

Since the author appears unwilling to compromise regarding the names
of the complexity classes he tries to separate in this paper, his work
cannot possibly be accepted at CATS or any other respectable
scientific forum. This is a pity, because good ideas may be part of
the author’s work, and these ideas will have a hard time of being
evaluated in their own right when they stand in the shadow of a bogus
suggestion that the P vs. NP problem is being solved.
I therefore urge the author to rename his complexity classes and
discuss his findings in a (thereby) less controversial way.

As for the new ideas themselves, in Barbosa’s framework a problem is
given by a pair of languages (L, L_z), the first included in the second.
A decision algorithm for such a problem, when fed as input a word in L_z,
outputs 1 if the word is in L, and 0 otherwise.

For instance, the emptiness problem of context-free languages can be
represented in this way: L_z is the set of all string-representations
of context-free languages, and L is the subset of those strings in L_z
with the property that the CFL they represent is empty.

The difference between Barbosa’s approach and that of classical
complexity theory is in answer to the question: “But what should the
algorithm do if it is fed a string that doesn’t even represents a
context-free language?”. Barbosa’s answer, essentially, is
“This will not come up; we only are going to feed it strings, known to
by in L_z (i.e. know to represent context-free languages)”.
A different answer, that’s just as powerful as Barbosa’s, is:
“We couldn’t care less”. That is, if the algorithm is fed a string
that does represent a CFL, then the algorithm should return 1 iff that
CFL is empty; but it it is fed a string that doesn’t represent a CFL,
it may do whatever.
This contrasts with the classical approach, in which some arbitrary
decision about these non-representing strings need to be made.
For in old-fashioned complexity theory, a problem is given by just the
set L, thereby disregarding the contextual information provided by L_z.
Normally, the algorithm is required to return 0 for all strings that
do not represent context-free languages. Thus, the problem that is
actually solved is not “Given a CFL, is it empty?”
but “Given a string, is it the representation of an empty CFL?”
The answer, then, can be negative for two entirely different reasons:
- either the string fails to represent a CFL,
- or the represented CFL fails to be empty.

Seen in this way, I find Barbosa’s approach quite natural compared to
the classical one, and I think we should be open for new insights that
it would bring. However, I do not want to be so ‘open’ as to completely
discard the old complexity theory, and redefine its named concepts to
apply to the new one.

Even disregarding naming issues, I do not buy the author’s proof that
XG_SAT is in relativised NP. For L_r to be decidable in polynomial
time, there needs to be a single (fixed) polynomial, such that for any
input (composed of y *and* x) the TM is going to halt within the
bounds specified by that polynomial. Making the polynomial dependant
on the x-component of the input is not acceptable.

Question to the author:
Given L and L_z, is it the case that “the L_z-language L is in NP”
(your terminology) iff there exists a language L’ that is in NP (in
the standard terminology) such that L is the intersection of L’ and L_z?
If this is true, it would be good to prove it, as such a connection
would connect your complexity theory with the standard one, and
thereby (possible) increase its understanding by people that are
predisposed towards classical complexity theory.”

O Lula Falsificado das Atuais Propagandas do Feio PT

Sem Lula, o PT não passa de mais um dos tantos ajuntamentos de políticos-gângsteres que assolam os cofres públicos brasileiros. Assim, não deixa de ser previsível a utilização de imagem antiga do Lula, antes do câncer, na atual propaganda do partido, mostrando as barbas do profeta em toda sua ancestral profusão enganadora e embriagante.

Mas não deixa de ser muito estranho – quase chocante – comparar-se o Lula convalescente de hoje, procurando mimetizar espécie de amálgama do ex-vice-presidente José de Alencar (careca, também por causa do câncer) e do ex-presidente Getúlio Vargas (de chapéu, por causa do estilo), com a utilização publicitária transversal (digamos assim) de sua imagem saudável pelo partido mais doente da atual política tupiniquim. Feio, cumpañeros, muito feio…

Lula e o Tabagismo, o Alcoolismo, a Corrupção e o Câncer

O câncer de Lula não muda nada sobre o seu caráter, sua moral ou ética. Pode vir a alterar seu futuro, mas não transforma em nada seu passado.

Ao ser, cumulativamente, alcoólatra e fumante inveterado, Lula deliberadamente aumentou o risco de contrair seu tipo de câncer cerca de quarenta vezes, o que acabou por materializar-se. Não se trata, por óbvio, de castigo ou de compensação pelo mar de corrupção e outros delitos contra o Erário que instalou, permitiu e/ou ajudou a florescer e desenvolver-se no Governo Federal. Constitui, tão-somente, evento aleatório de doença que ocorreu potencializado por seus vícios pessoais – não-políticos.

Apesar de tudo, espero que fique, afinal, completamente curado, para, um dia, responder – de pé e com saúde – por todos os crimes que perpetrou ou ajudou a perpetrar contra nosso País.

Por Que Lula não Foi Denunciado no caso do Mensalão?

Pelo menos dois dos mais proeminentes réus na ação penal do Mensalão (Roberto Jefferson e Marcos Valério) já fizeram, formalmente, o seguinte questionamento, nos autos do processo, como estratégia de defesa:

Por que o ex-presidente Lula não foi denunciado – ou incluído posteriormente – como o próprio autor-mor do Mensalão, tendo em vista que todo o resultado ali pretendido, com a compra de parlamentares, era para beneficiar seu governo nas votações legislativas de seu interesse direto?

A resposta é de uma simplicidade comovente: Lula não foi denunciado porque o anterior e o atual Procurador-Geral da República cagam-se todo de medo dele. Tendo em vista as evidências do caso, não há, infelizmente, outra resposta possível.

Quem não tem colírio usa óculos escuros...
“– Quem não tem colírio usa óculos escuros…”

O País da Piada – e da Tragédia – Prontas…

O Brasil é, definitivamente, o País da piada – e da tragédia – prontas: depois da novela do Ministério do Malfeiturismo, com o “Pedro vais ou Pedro no vais na faxina?”, quem entra em seu lugar para – supostamente – melhor cuidar dos recursos públicos? Ninguém menos que um GASTÃO! Pode um negócio desses? O cara se chama GASTÃO!!!… E vais cuidar de orçamentos bilionários no País da Copa e das Olimpíadas…

Como diria o locutor: – Vai que é sua, GASTÃO!!!…

O Novo Nome e o Novo Patamar do Ministério do Turismo

Pelo fato de a imprensa livre e não-assalariada de governos estar diuturnamente descobrindo tantos e tão grandes malfeitos na poderosa e mal-afamada Esplanada Ministerial, e tendo em vista a proximidade de eventos de grande sedução orçamentária (Eleições, Copa do Mundo e Olimpíadas), Doutora Dilma resolver botar o pau na mesa e radicalizou, decidindo e determinando que:

1. o Ministério do Turismo passa a denominar-se Ministério do Malfeiturismo; e

2. o Ministério do Malfeiturismo passa a comandar todos os outros (incluindo a Casa Civil, a Casa Penal e a Casa do Zé Dirceu).

Por que Caem os Ministros de Doutora Dilma?

Se contarmos Erenice Guerra, já são cinco os ministros de Doutora Dilma que caíram feito galhos podres no cerrado inclemente dos arredores de Brasília. E tem uma penca de pelo menos mais meia dúzia na fila da degola. Mas, afinal, por que caem os ministros de Doutora Dilma?

Tem um engraçadinho aqui que respondeu “– Porque são do Lula!”, mas deixemos de gracinhas que o caso é sério. Pois chega a ser intrigante um início de governo em que é muito mais fácil cair ministro do que os juros básicos da economia, administrados pelo Banco Central.

Assim, a pergunta que não se ousa fazer continua apavorando o meio político palaciano: por que caem os ministros de Doutora Dilma? A resposta, todavia, é de uma simplicidade estonteante.

Todos – sem exceção – por corrupção: quatro, ao terem sido pegos (descobertos pela imprensa livre), por excesso; um, por deficiência!!! Onde, por causa desse um, o Ministério da Saúde adverte: no Brasil lulo-petista, honestidade mata e sinceridade aleija! (Carreiras públicas ou privadas no primeiro escalão, pelo menos…)

Saudades de Lula

De uma autoridade do governo federal para outra, durante o mais recente congresso do PT:

“– Cê tem sôdade du Lula?”

“– Demais da conta, sô!”

“– Pru quê?”

“– Ora, cumpanhêro! Qui pregunta! Hoje tá pirigosu a genti até pegá uma caroninha nus jatinhu dus amigu empresário, uai… Basta a Veja ou algum jornalão du Partidu da Imprensa Golpista discubrí qui u pampêro tá armadu… Pois nus bão e véios tempu du cumpanhêru Lula, a genti podia até GANHÁ um jatinhu di presenti qui num aconticia nada, nadinha da silva!!!…”

Uma Grande Felicidade e uma Tristeza Maior Ainda de Lula nos Últimos Dias

Lula andou exultante, nos últimos dias, anunciando para os amigos mais íntimos:

“– Cês viu o tantu que os gringo me premeiam?”

“– Cê ganhô mais um prêmiu, cumpanhêro Lula? Tamo sabeno não. Conta aí, sapu véi…”

“– Cês num leu? Fui consideradu a tercêra MUIÉ mais puderosa du mundu!!!” (Gargalhadas, troçando da posição de poder feminino mundial que a revista Forbes atribuiu à Doutora Dilma, como “presidente do Brasil”…)

Todavia, como a História não é feita só de flores, ao mesmo tempo também uma grande sombra de tristeza abateu-se sobre Nosso Guia, a Luz que Acalenta os Povos Sofridos e Oprimidos do Planeta: a queda de Kadafi (“o rato de Trípoli”), seu mais dileto líder e admirado estadista do mundo (depois de ele próprio, é claro).

E assim caminha a humanidade, entre glórias e lágrimas na vida do nosso profeta maior…