Ao rasgar todas as cartilhas do ABC da diplomacia internacional, que rezam que o trabalho pesado e sujo dos acordos entre nações deve ser conduzido pelos embaixadores e seu pessoal técnico, onde os chefes de Estado comparecem apenas para formalmente assinar a papelada, Lula dá um arriscadíssimo tiro no escuro.

Terá ele uma fortíssima carta escondida, ou será o maior vexame da política externa brasileira de todos os tempos, em sua babação no ovo do iraniano atômico, o fanático Ahmadinejad?