Lula acredita que a Gramática foi criada pela elite para impedir que ele chegasse à Presidência da República; e que o pluralismo político e a alternância de poder foram inventados para tirá-lo de lá. Tem julgamento similar em relação ao legado artístico-cultural da humanidade, aos bons costumes, às regras mínimas da convivência em civilização, aos princípios éticos, etc., “tudo coisa da burguesia…”.

Lula só gosta de futebol, peladas, churrascos, bebidas alcoólicas e benesses, mordomias e facilidades proporcionadas pelo poder político exercido aeticamente. Democracia, Estado de Direito, Conhecimento Técnico-Científico, Artes e Humanidades, Diversidade Sociocultural, Patrimônio Humano, etc., são todos conceitos alheios ao seu imaginário simplista de alguém que tem tudo que sempre quis e venceu, segundo acredita em sua pujante soberba arrogante e ignota da força real do povo, “sem dever nada a ninguém, por mérito próprio!”. Ainda que não tenha dedicado uma gota de esforço em melhorar-se como pessoa e como ser humano, apenas como político viciado em todos os vícios do mundo político-partidário e mais alguns, tomados emprestados das organizações criminosas.

Lula só pretende uma coisa: eternizar-se no poder supremo. A única reforma do sistema político brasileiro que lhe conviria, e pela qual lutaria, seria uma que acabasse com a oposição corajosa e verdadeira, com os comentaristas políticos e com a imprensa livre, deixando livres, leves e soltos apenas os áulicos de ocasião, os sempiternos governistas em liquidação e os escribas sabujos assalariados ou prestadores de serviços.

Não se pode dar trégua a alguém tão poderoso e com tal pedigree histórico. Quem se alinhar, mesmo minimamente, com o bem do País, deve fazer-lhe frente com as únicas armas que lhe faltam: as da ética, da cultura, da transparência e da honestidade. Mãos às armas, Brasil do bem!