Dezembro de 2006


“Adiro, logo existo.”

Ao declarar que é necessário “um bando de mágicos” para fazer o Brasil crescer, Lula cometeu ato falho em referência à montagem da gangue do 2º Reinado: em sua equipe, haverá, sim, “um bando de mágicos”; especialista, todavia, não em crescimento econômico, mas em engolir, ao invés de fogo ou espada, dinheiro público.

Lula, em ato desesperado, está oferecendo a Presidência do PT para o PMDB, mas até agora não encontrou qualquer candidato peemedebista ao “cobiçado” cargo.

Em fracassado encontro de cúpula na África, ao lado do ditador líbio, Muamar Kadafi (passado de terrorismo internacional, com recaídas, dizem), e do presidente da Bolívia, Evo Morales (presente de tunga de investimentos externos produtivos em seu país, inclusive brasileiros), Lula comemora a adesão fisiológica do PMDB ao seu governo, um dos partidos mais execrados pelo PT e por Lula em sua vitoriosa e fulgurante carreira política.

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