Seg 16 Out 2006
O Perigosíssimo Endividamento Reeleitoral de Lula Para Seu Provável Segundo Reinado
Publicado por Anti-Lula sob Crise PolíticaComandante-em-chefe de todas as estripulias do PT, do antigo caso Lubeca ao atual dossiê-escândalo Vedoin (dossiê não, salgadoê), Luiz Inácio, sorrateiramente escondido dentro de Lula, aumenta seu endividamento reeleitoral em ritmo alucinante neste final de campanha 2006, o que, até mais que a corrupção galopante que se prognostica inevitável, pode vir a arruinar seu segundo reinado.
Já dispendiosa em turno único, a ida ao segundo turno elevou em muito o custo reeleitoral, a ser cobrado preferencialmente dos súditos que pagam impostos diretos, cuja maioria por certo não votará no rei eleito.
Desde a supuração do escândalo do mensalão, não se passou uma semana sem que surgisse alguma alma penada a assombrar a instável estabilidade do governo: Marcos Valério, Duda Mendonça, Delúbio Soares, multiplicaram-se sem controle, até chegarmos, passando por Naji Nahas e profusão de nomes italianos, a Freud Godoy e seus criados, a dupla de nomes mais dissonantes e horrorosos da história político-máfio-policial brasileira, embora ganhando por pouco do duo Bargas X Barjas: Valdebran Padilha e Gedimar Passos (isso lá é nome de gente ou de lulo-petista?).
Pois bem, todo esse povo, que se contam, por baixo, às centenas, cobrarão do reeleito Luiz Inácio cada um sua fatura, de tamanho e liquidez conforme a pilosidade dos segredos guardados. Conseguirá o erário, ainda que fosse ervanário de um dono só, arcar com tantas e tão altas dívidas?
No entanto, por mais que amedrontem, essas são dívidas com pessoas físicas, mais “administráveis por meios heterodoxos”, digamos assim, mas e como ficarão as contendas com as pessoas jurídicas, os assim chamados movimentos político-sociais, como o MST e suas vertentes menos socialmente carinhosas, a CUT e seus vassalos mais ávidos por direito de ter direitos, os produtores-consumidores rurais e seus comensais maggis gulosos, a UNE e seus esporos menos pragmáticos, os Familiares-da-Bolsa e suas gerações cada dia mais famintos de bolsas-qualquer-coisa e menos de Educação, Trabalho, Cultura, Diversão e Arte?
É fácil fazer as dívidas mais altas do mundo se quem as faz acha que outros é quem a pagarão. Lula e Dr. Luiz Inácio assim pensam.
Luiz Inácio promete às altas-rodas o mesmo recurso orçamentário com que Lula seduz os excluídos, confiando em aumento da carga tributária que não tem como vingar, mesmo que por vingança, pois levaria o setor (ainda) produtivo à exaustão fisco-irresponsável.
Luiz Inácio surfa nas ondas causadas pelo vício popular em Lula, mas viciados, por definição, sempre querem mais, por mais que mais represente o fim dos tempos ou ocaso de uma época que parecia perfeita.
Não obstante, essa multidão de monstros devoradores de dinheiro “do Lula” não é tudo: o perigo também atende pelo nome de dívida adiada continental: Evo Morales não se esqueceu do seu gás, mais inflamável que vazamento de gás. O País todo sente cheiro de gás no ar, menos quem tem o fósforo na mão. Chávez também está esperando apenas passar as eleições no Brasil para cobrar-lhe alguma coisa relacionada a petro-política de (des)integração sul-americana, em chantagem de Estado que sempre foi e será sempre plenamente aceita, sabe-se lá por que razão.
Lula corre o risco de ganhar sua reeleição, mas, ao invés de comemorar, tornar-se incontinenti inadimplente, ir célere à falência, em desespero abarrotar o Aerolula de dólares e aterrissar em Caracas para curtir merecida e próspera aposentadoria na atual Pasárgada possível para bandidos decaídos.
Enviar por e-mail. Hits para esta publicação: 204.
Deixe uma resposta.
Você deve estar conectado para publicar um comentário.